Em um proclamação que promete transformar a direção do Federalista Bureau of Investigation (FBI), o presidente eleito Donald Trump revelou que Kashyap “Kash” Patel será o novo diretor da dependência. A indicação foi oficializada por Trump em sua rede Truth Social (e replicada no “X”), onde exaltou Patel porquê “um brilhante advogado, investigador e lutador do ‘America First’”. Segundo Trump, Patel será peça-chave para restaurar os princípios fundamentais do FBI: fidelidade, valentia e integridade.
Fortes reações da mídia esquerdista à nomeação
Confira:
A escolha de Patel para comandar o FBI gerou uma enxurrada de críticas na mídia alinhada aos democratas. Reportagens destacaram o histórico duvidoso do indicado, incluindo sua resguardo vocal de alguns participantes do incidente de 6 de janeiro de 2021, na invasão do Capitólio. Segundo a ABC News, Patel foi ativo na arrecadação de fundos para famílias dos presos dessa data e chegou a co-produzir a música “Justice for All”, gravada por presos envolvidos no incidente. Ele descreveu o evento porquê um “movimento de liberdade de expressão” – uma visão que atraiu duras críticas de adversários.
Outra extensão que gerou controvérsia é o projecto de Patel de “limpar” a liderança do FBI e do Departamento de Justiça. No livro Government Gangsters, conforme realçado pela ABC News, ele defende a deposição de altos funcionários que, em sua visão, abusaram de sua poder para fins políticos. O livro sugere que muitos desses líderes, incluindo ex-diretores de perceptibilidade porquê James Clapper e John Brennan, deveriam perder suas autorizações de segurança. Patel argumenta que esses funcionários contribuíram para o que labareda de “Russiagate” e outros episódios que ele considera exemplos de desfeita político.
A mídia esquerdista ABC News também enfatizou que Patel já sugeriu retirar as autorizações de segurança de 51 ex-funcionários de perceptibilidade que assinaram uma epístola em 2020, pouco antes das eleições, desqualificando e-mails do laptop de Hunter Biden porquê “desinformação russa”. Essa medida, segundo críticos, seria vista porquê uma forma de retaliação política.
O que é o Estado Profundo?
A nomeação de Patel reforça o exposição mediano de Trump contra o chamado “Estado Profundo” (ou Deep State), um termo que se refere à uma rede de burocratas, políticos e líderes de agências federais que operam em bastidores para preservar seus próprios interesses (e em universal, alinhados às forças esquerdistas nos EUA), muitas vezes em oposição à vontade do governo eleito. Para Trump e seus aliados, o Estado Profundo é sinônimo de depravação, manipulação e uso indevido do poder governamental contra cidadãos e políticos que representam uma ameaço ao status quo.
Kash Patel, em seu livro Government Gangsters, descreve o Estado Profundo porquê uma “classe dominante corrupta” que trabalha para manter poder e privilégios. Patel argumenta que essa rede usa instituições federais, porquê o FBI e o Departamento de Justiça, para minar governos eleitos e sufocar reformas que devolvam o controle ao povo. Seu projecto de descentralizar o FBI e transformar sua sede em Washington em um museu reflete essa visão sátira das estruturas de poder atuais.
Reformas à vista?
A nomeação de Patel sinaliza um movimento de ruptura com a gestão atual do FBI, comandada por Christopher Wray desde 2017. Em declarações citadas pelo Epoch Times, Patel disse que fecharia o prédio J. Edgar Hoover no primeiro dia de sua gestão e o reabriria porquê um museu do “Estado Profundo”. Ele propõe redistribuir os 7.000 funcionários do prédio para diversos estados dos EUA, acreditando que isso tornaria a dependência mais eficiente no combate ao transgressão.
Ou por outra, Trump e Patel compartilham uma visão sátira do que chamam de “sistema de justiça de duas camadas” – a percepção de que diferentes padrões de justiça são aplicados dependendo de quem está sendo investigado. Essa sátira foi reforçada por um cláusula de opinião publicado no The Epoch Times em 2023, Patel afirmou que o atual luxo federalista é submetido por uma escol que teria “aparelhado” o governo, resultando em uma emprego desigual da justiça.
Pedestal no Senado e desafios pela frente
A confirmação de Patel dependerá do Senado, onde já encontra respaldo de aliados de Trump. O senador Tommy Tuberville (R-Renque.) elogiou Patel, chamando-o de um candidato “inteligente e leal” ao presidente. Em entrevista à Fox News, Tuberville ressaltou que Patel “sabe muito sobre a aplicação da lei” e seria um ótimo diretor para o FBI.
Pam Bondi, indicada por Trump para liderar o Departamento de Justiça, será uma aliada próxima de Patel, caso ele seja confirmado. Trump, em sua postagem, descreveu Bondi porquê uma “grande procuradora-geral”, indicando que a colaboração entre ambos será forçoso para implementar as reformas no setor de justiça e segurança.
Impactos na cultura do FBI
Se confirmado, Patel terá uma missão complexa: transformar a cultura do FBI enquanto lida com questões operacionais urgentes. Ele já enfatizou que sua sátira não é direcionada aos agentes que trabalham no campo, mas à liderança superior que, em sua visão, desviou-se dos princípios de justiça. Em um cláusula publicado no Epoch Times, Patel escreveu que os agentes de campo “investigam crimes reais, protegem o público de atos de terror e combatem a corrupção”. Ele também destacou que esses agentes “são heróis e igualmente frustrados com a liderança no topo” das agências federais. Em um cláusula de opinião publicado no The Epoch Times em 2023, Patel afirmou que o atual luxo federalista é submetido por uma escol que teria “aparelhado” o governo, resultando em uma emprego desigual da justiça.
A liderança de Patel no FBI, caso aprovada, promete ser marcada por reformas radicais e um esforço para reconstruir a crédito pública na dependência. Sob a supervisão de Pam Bondi, ele buscará lastrar uma abordagem rigorosa contra o transgressão com a promessa de responsabilizar líderes do pretérito que, segundo ele e Trump, traíram a missão original da dependência. Essa nomeação não é somente uma decisão administrativa, mas um recado evidente: a guerra contra o Estado Profundo está somente começando.
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