Propaganda política no Carnaval? O governador Tarcísio de Freitas qualificou a homenagem da Acadêmicos de Niterói a Lula como “propaganda descarada” e questionou a aplicação seletiva das regras eleitorais — e você, como vê o limite entre sátira cultural e campanha explícita?
Tarcísio classifica homenagem a Lula como “propaganda descarada”, cobra aplicação uniforme das regras eleitorais e aponta custo institucional dessa instrumentalização cultural.
Propaganda política foi o termo que Tarcísio usou para criticar a homenagem. Ele chamou o ato de ‘propaganda descarada’ e pediu providências.
Tarcísio e a acusação
O governador disse que a homenagem extrapolou a celebração cultural. Para ele, virou promoção de figura pública durante evento popular. Essa postura preocupa quem defende regras iguais para todos.
Regras eleitorais em foco
As normas eleitorais dizem que não se pode fazer campanha fora do período permitido. Isso vale para quem organiza e para quem aparece como destaque. A ideia é evitar vantagem indevida e uso da cultura como palanque.
O que significa aplicação uniforme
Aplicar as regras de forma uniforme quer dizer tratar casos iguais de forma igual. Não basta multar só quem interessa politicamente. A justiça eleitoral precisa agir sem seletividade.
Custo institucional da instrumentalização cultural
Usar festas populares para fins políticos pode desgastar instituições. Prefeituras, tribunais e organizações culturais perdem credibilidade. Isso afeta a confiança do público e a imagem do evento.
Riscos e possíveis consequências
Quando cultura vira ferramenta política, surgem riscos práticos. Podem haver processos, multas e até perda de patrocínio. Grupos culturais também ficam expostos a retaliações e divisões internas.
O debate segue aberto entre liberdade de expressão e o dever de respeitar regras eleitorais. Muitas vozes pedem equilíbrio e transparência nas decisões.
Fonte: Revista Oeste










