Ônibus tombado em Marília (SP) deixou seis mortos e dezenas de feridos; o veículo seguia do Maranhão para Santa Catarina com trabalhadores rurais. O que já se sabe e por que esse acidente expõe falhas inevitáveis no transporte rodoviário?
Resumo do acidente: o que aconteceu na BR-153
No trecho da BR-153, um ônibus tombado deixou seis mortos e 45 feridos. O acidente ocorreu na madrugada. O coletivo seguia do Maranhão para Santa Catarina com trabalhadores rurais.
O que ocorreu
O ônibus saiu da pista e tombou no acostamento. Testemunhas falaram em perda de controle. Bagagens e pertences ficaram espalhados pelo local.
Local e horário
O tombamento aconteceu próximo a Marília, em São Paulo. Foi em um trecho da BR-153 conhecido como Transbrasiliana. Havia pouca luz no momento do acidente.
Vítimas e feridos
Seis pessoas morreram no local do acidente. Cerca de 45 ficaram feridas e receberam socorro. Hospitais da região cuidaram dos casos com prioridade.
Causa preliminar
A hipótese inicial aponta o estouro de um pneu. A perda de estabilidade teria provocado o tombamento. Perícias vão confirmar a causa exata.
Veículo e passageiros
O ônibus fazia transporte interestadual de trabalhadores. A maioria dos passageiros eram trabalhadores rurais em viagem. Muitos estavam com bagagens e equipamentos de trabalho.
Atuação dos socorristas
Samu, bombeiros e Polícia Rodoviária Federal atuaram no resgate. Ambulâncias levaram os feridos a hospitais próximos. As equipes trabalharam para retirar vítimas e garantir segurança.
Impacto na rodovia
O acidente causou retenções e lentidão no tráfego. Equipes sinalizaram e redirecionaram veículos no local. A remoção do ônibus e a limpeza levaram várias horas.
Investigação e medidas
A PRF e a perícia técnica investigam o caso. Serão analisados pneus, freios e condições do veículo. Órgãos e empresas devem revisar protocolos de segurança no transporte.
Local e horário: Marília (SP) e trecho da Transbrasiliana
O ônibus tombou na BR-153, no trecho chamado Transbrasiliana próximo a Marília.
Ponto exato
Testemunhas disseram que o tombamento aconteceu próximo ao km indicado pela PRF.
Características do trecho
O local tem pista simples e acostamento estreito em vários pontos da rodovia.
Horário e visibilidade
O acidente ocorreu na madrugada, com baixa iluminação e visibilidade bastante reduzida.
Essas condições tornam mais difícil ver buracos e objetos sobre a pista.
Sinalização e fluxo
Há placas de sinalização, mas o trecho possui trechos sem iluminação adequada.
No momento havia pouco tráfego, mas caminhões e veículos pesados passavam próximos.
Acesso para socorro
As equipes de resgate chegaram pela rodovia, usando o acesso mais rápido disponível.
Ambulâncias e guinchos conseguiram chegar, mas enfrentaram dificuldades para manobrar.
Impacto local
O tombamento deixou bagagens e pertences espalhados pela margem da rodovia.
A remoção do veículo e a limpeza tomaram várias horas de trabalho no local.
Condições preventivas
Moradores e motoristas relatam manutenção irregular em alguns trechos da Transbrasiliana.
Melhorar iluminação e fiscalizar transporte podem reduzir riscos em viagens longas.
Vítimas: número de mortos e identificação das vítimas (quando disponível)
No tombamento do ônibus na BR-153, seis pessoas morreram e 45 ficaram feridas.
Confirmação das vítimas
A Polícia Rodoviária Federal confirmou o número de vítimas no local do acidente.
Equipes seguem trabalhando para socorrer feridos e identificar as vítimas envolvidas.
Mortes
Seis pessoas morreram no local do tombamento e foram atendidas pelos socorristas.
Os corpos foram levados ao IML para perícias e confirmação das identidades.
IML é o Instituto Médico Legal, órgão responsável por necropsias e documentação.
Feridos
Cerca de 45 pessoas ficaram feridas, sendo atendidas por equipes de emergência.
Ambulâncias transportaram as vítimas para hospitais próximos e unidades de pronto atendimento.
Alguns casos são graves e exigem cirurgia; outros receberam apenas curativos e observação.
Hospitais fizeram triagem para organizar prioridades e possíveis transferências aos centros especializados.
Identificação
A identificação oficial depende de documentos apresentados pelos familiares no local.
Quando falta documentação, peritos podem recorrer a exames complementares como o DNA.
Exame de DNA compara material genético e confirma a identidade com alta precisão.
O resultado pode levar dias, dependendo da complexidade das amostras e da logística.
Apoio às famílias
Autoridades municipais e órgãos prestaram suporte para parentes no local do acidente.
Serviços de assistência psicossocial foram acionados para acompanhar familiares em choque.
Também houve apoio para transporte dos parentes até hospitais, IML e delegacias.
Feridos e socorro: hospitais, atendimento e números de vítimas atendidas
Cerca de 45 pessoas ficaram feridas no tombamento e receberam atendimento médico.
Hospitais e acolhimento
As vítimas foram levadas a hospitais e unidades de pronto atendimento da região.
Alguns casos foram encaminhados para hospitais com centro cirúrgico e UTI disponíveis.
UTI é a unidade de terapia intensiva, onde se dá suporte avançado ao paciente.
Atendimento no local
Equipes do Samu, bombeiros e PRF fizeram o primeiro atendimento às vítimas no local.
A triagem no local priorizou casos graves para transporte imediato ao hospital mais próximo.
Triagem é a seleção por prioridade, que define quem precisa de atendimento primeiro.
Transporte e logística
Ambulâncias e guinchos removeram os feridos e o veículo do acostamento para liberar a pista.
Algumas vítimas precisaram ser transferidas para centros especializados em cirurgia e reabilitação.
Hospitais informaram a situação das vagas e organizaram transferências conforme as necessidades clínicas.
Números atualizados
Os números oficiais podem mudar conforme atendimento e identificação, nas próximas horas.
Autoridades locais devem divulgar boletins oficiais com atualizações ao longo do dia.
Apoio às vítimas
Serviços sociais e psicológicos foram acionados para acompanhar e orientar familiares no local.
Hospitais também orientaram sobre pontos de contato para doações e suporte prático disponível.
Causa preliminar: relato do estouro de pneu e perda de controle
Testemunhas relatam o estouro de um pneu antes do ônibus perder o controle.
Como o estouro leva à perda de controle
Um estouro repentino provoca desequilíbrio na direção e na estabilidade do veículo.
Se o motorista reage de forma brusca, o ônibus pode rodar ou tombar na pista.
Fatores que aumentam o risco
Velocidade elevada amplia a chance de perda de controle após o estouro do pneu.
Pneus desgastados ou calibragem inadequada falham mais rápido em estradas ruins.
Carga excessiva também altera a estabilidade e piora a resposta em manobras de emergência.
O que a perícia vai investigar
Peritos vão examinar o estado do pneu, a roda e marcas no asfalto.
Perícia é a análise técnica que busca esclarecer as causas do acidente.
Serão checados freios, suspensão e eventuais falhas mecânicas no veículo ou no eixo.
Relatos e próximos passos
Declarações de passageiros e testemunhas ajudam a montar a sequência dos fatos.
O resultado das perícias pode confirmar o estouro como causa, ou apontar outras falhas.
Se o estouro for confirmado, empresas e autoridades devem revisar protocolos de segurança no transporte.
Origem e destino: passageiros vindos do Maranhão rumo a Santa Catarina
O ônibus saiu do Maranhão com destino a Santa Catarina, transportando trabalhadores rurais em viagem interestadual.
Rota e tempo de viagem
A viagem cobre centenas de quilômetros e dura muitas horas, dependendo do tráfego.
Viagens longas exigem paradas para descanso e alimentação dos passageiros.
Perfil dos passageiros
A maioria eram trabalhadores rurais que se deslocavam para colheitas em outras regiões.
Eles costumam viajar com bagagens e ferramentas de trabalho, aumentando o volume no veículo.
Responsabilidades e segurança
Empresas e responsáveis pelo transporte devem garantir manutenção e condições adequadas do veículo.
Motoristas precisam de pausas regulares para evitar fadiga e reduzir riscos durante a viagem.
Documentação e fiscalização
É comum haver lista de passageiros e comprovantes da viagem em ônibus interestaduais.
Agências reguladoras e a PRF fiscalizam as condições e podem autuar empresas quando necessário.
Riscos da rota
Trechos longos, pouca iluminação e estradas ruins aumentam a chance de incidentes.
Por isso, fiscalização, manutenção e treinamento são essenciais para reduzir acidentes.
Operações de resgate: atuação do Samu, bombeiros e PRF
No local, equipes do Samu, bombeiros e PRF atuaram juntas no resgate.
Coordenação no local
A PRF isolou a área e controlou o tráfego para segurança das equipes.
Havia comunicação constante entre veículos e centros de comando para agilizar o socorro.
Atendimento pré-hospitalar
O Samu fez a triagem e estabilização inicial das vítimas no acostamento.
Triagem é a seleção por prioridade, que define quem precisa de cuidados primeiro.
Foram feitos curativos, controle de sangramentos e suporte respiratório quando necessário.
Retirada e extração
Os bombeiros executaram a retirada segura de pessoas presas no ônibus tombado.
Equipamentos hidráulicos e tábuas de imobilização foram usados para proteger a coluna.
Transporte e encaminhamento
Ambulâncias levaram os casos graves para hospitais com centro cirúrgico disponível.
Casos menos graves foram atendidos e liberados ou encaminhados a unidades locais.
Segurança da operação
As equipes sinalizaram a via e reduziram risco de novos acidentes no trecho.
Houve coordenação para remover o veículo e liberar a pista com segurança.
Desafios enfrentados
A pouca iluminação e o acesso estreito dificultaram as manobras de resgate noturno.
O transporte de muitos passageiros aumentou a complexidade da triagem e do atendimento.
Apoio às famílias
Serviços sociais e policiais orientaram parentes sobre local e encaminhamentos necessários.
Equipes ofereceram atendimento psicológico e informações sobre procedimentos legais e IML.
Consequências logísticas: impacto na rodovia e fluxo de transporte rural
O tombamento do ônibus afetou a circulação na rodovia BR-153 e o tráfego local.
Interrupção do tráfego
O trecho ficou parcialmente interditado por horas enquanto equipes trabalhavam no resgate.
Filas se formaram e muitos veículos precisaram usar rotas alternativas próximas.
Atrasos e cadeia logística
O bloqueio atrasou caminhões com cargas e o transporte de insumos agrícolas.
Transportadores relataram perda de tempo e mudanças na programação de entregas.
Transporte rural afetado
Trabalhadores rurais que viajavam para a colheita sofreram atrasos e perda de jornada.
Isso pode reduzir temporariamente a mão de obra disponível nas propriedades rurais.
Impacto econômico local
Comércios e cooperativas sentiram atraso no recebimento de produtos e insumos.
O custo do transporte pode subir por desvios e horas extras de motorista.
Operação de remoção e limpeza
Guinchos e equipes da concessionária trabalharam para retirar o ônibus e limpar a via.
A liberação da pista só ocorreu após remoção do veículo e verificação de segurança.
Orientação e alternativas
Motoristas foram orientados a seguir desvios ou aguardar orientações da PRF no local.
Autoridades pediram atenção redobrada e respeito à sinalização provisória.
Medidas preventivas
Empresas de transporte devem reforçar manutenção preventiva e checagem de pneus.
Escalas de descanso e inspeções regulares ajudam a reduzir riscos em viagens longas.
Contexto social: transporte de trabalhadores rurais na colheita e vulnerabilidades
O transporte de trabalhadores rurais costuma ser precário e sobrecarregado na época da colheita.
Riscos no transporte
Ônibus lotados e falta de manutenção aumentam a chance de acidentes graves.
Motoristas muitas vezes trabalham por longas horas sem paradas adequadas.
Condições de trabalho e vulnerabilidade
Muitos trabalhadores viajam sem contrato formal ou proteção social e direitos básicos.
Isso dificulta apoio financeiro e assistência em caso de acidentes graves.
Impacto na segurança
Bagagens e ferramentas soltas no ônibus podem ferir passageiros em tombamentos.
Falta de fiscalização permite que empresas economizem na segurança do transporte.
Medidas necessárias
Manutenção regular, checagem de pneus e treinamento de motoristas reduzem riscos.
Inspeções e cumprimento das regras rodoviárias devem ser intensificados imediatamente.
Apoio aos trabalhadores
Oferecer transporte digno, pausas e contratos protege a comunidade rural no curto prazo.
Programas sociais e fiscalização local ajudam na prevenção e no atendimento às vítimas.
Investigação e medidas preventivas: o que precisa mudar para evitar novas tragédias
A investigação vai apontar causas e responsabilidades do acidente na BR-153 o mais rápido possível.
Perícia técnica
Peritos vão analisar pneus, freios e o sistema de suspensão do ônibus.
Serão analisadas imagens, depoimentos e registros de manutenção da empresa e rodovia.
Medidas de fiscalização
A fiscalização precisa ser mais rígida e contínua em linhas interestaduais imediatamente.
Inspeções periódicas devem checar pneus, calibragem e condições do asfalto local.
Manutenção e tecnologia
Empresas devem manter planos de manutenção rigorosos e registros atualizados, acessíveis às autoridades.
Sistemas como TPMS podem alertar para perda de pressão instantânea nos pneus.
TPMS é o sistema que monitora a pressão dos pneus em tempo real.
Capacitação e descanso
Motoristas precisam de treinamento regular em direção defensiva e emergências noturnas.
Escalas devem garantir pausas e descanso suficientes para evitar fadiga excessiva ao volante.
Regulação e responsabilidade
Reguladores precisam exigir seguros, documentação e auditorias periódicas das empresas transportadoras.
Sanções claras e fiscalização imediata inibem práticas que colocam vidas em risco.
Protocolos de emergência
Planos de emergência devem ser padronizados e treinados periodicamente por toda equipe.
Materiais de emergência, como cortadores e macas, devem estar acessíveis a bordo do veículo.
Transparência e apoio
Empresas devem informar rotas, lista de passageiros e condições do veículo antes da partida.
Apoio às famílias inclui assistência oficial imediata e comunicação clara durante a investigação.
Fonte: RevistaOeste.com









