Porto de Santos: na noite de segunda um navio porta‑contêineres colidiu com duas balsas na travessia Santos–Guarujá; quatro tripulantes foram resgatados e a Marinha abriu inquérito para apurar causas e responsabilidades. O que isso diz sobre segurança e gestão do tráfego portuário?
O que ocorreu: sequência da colisão, resgate e estado das balsas
No Porto de Santos, um navio colidiu com duas balsas durante a travessia noturna.
Sequência da colisão
O navio seguia pelo canal com pouca visibilidade quando ocorreu o impacto.
Testemunhas ouviram estrondo e viram faixas de luz e fumaça leve.
As balsas foram atingidas de lado e perderam o rumo imediatamente.
Equipes no local acionaram rebocadores e embarcações de apoio em minutos.
Operação de resgate
O resgate mobilizou lanchas rápidas e equipe de salvamento da costa.
Quatro tripulantes foram retirados da água e levados para atendimento médico.
As vítimas receberam primeiros socorros e passam por avaliações na sequência.
A Marinha e a autoridade portuária coordenaram a ação e isolaram a área.
Estado das balsas e danos
As balsas apresentaram avarias visíveis na estrutura e em alguns conveses.
Peritos iniciaram inspeção para verificar danos e risco de vazamento.
Operações de contenção e rebocagem seguem para retirar as balsas da rota.
A investigação vai apurar causas, responsabilidades e possíveis falhas de controle.
Consequências: investigação da Marinha, impacto operacional e responsabilidade logística
A Marinha abriu um inquérito para apurar a colisão, causas e responsabilidades legais.
Investigação e ações iniciais
Peritos vão analisar registros do navio, comunicações e imagens de radar na área.
Serão colhidos depoimentos de tripulantes, rebocadores e testemunhas do acidente.
Equipe técnica isolou o local para preservar provas e avaliar risco de vazamento.
Impacto operacional no porto
A travessia Santos–Guarujá foi temporariamente suspensa para reorganizar o tráfego marítimo.
Ferries e embarcações sofreram atrasos, e horários de embarque foram reprogramados.
Terminais avaliaram a necessidade de desviar navios e reorganizar descarregamento de cargas.
Rebocadores e equipes de apoio seguem nas operações de contenção e rebocagem no canal.
Responsabilidade logística e seguro
A responsabilidade poderá recair sobre o comandante, o armador ou a empresa da travessia.
Companhias de seguro foram acionadas para estimar coberturas e possíveis indenizações.
Se houver danos ambientais, empresas terão de arcar com remoção e limpeza imediatas.
Autoridades podem exigir revisão de procedimentos e medidas extras de controle de tráfego.
Fonte: RevistaOeste.com




