Coreia do Sul recebe o presidente Lula em visita que busca formalizar o Plano de Ação 2026-2029 e aumentar investimentos bilaterais. O que isso realmente significa para exportadores, indústrias e atração de capital estrangeiro?
Relações Brasil–Coreia: Plano de Ação, investimentos e impacto econômico
Coreia do Sul e Brasil firmam um Plano de Ação para 2026-2029. O acordo define áreas de cooperação e metas claras. Ele busca atrair investimentos e facilitar trocas comerciais.
O que prevê o Plano de Ação
O documento traz compromissos em comércio, tecnologia e inovação. Prevê acordos para facilitar investimentos e reduzir entraves burocráticos. Também inclui parcerias em pesquisa e desenvolvimento.
Setores que devem receber investimentos
Indústria automotiva, tecnologia da informação e energia renovável estão na mira. Agricultura e agronegócio também aparecem como prioridades. Projetos de infraestrutura podem receber aportes privados e públicos.
Impacto para exportadores e empregos
Mais investimentos podem abrir novas rotas de exportação. Exportadores terão mais demanda por produtos brasileiros. A expectativa é gerar empregos diretos e indiretos no país.
Benefícios para inovação e transferência tecnológica
Parcerias com empresas sul-coreanas podem acelerar inovação local. Haverá troca de know-how e treinamentos técnicos. Isso ajuda a modernizar fábricas e a formar mão de obra qualificada.
Barreiras e pontos de atenção
Processos burocráticos ainda podem atrasar projetos. É preciso enfrentar diferenças regulatórias e sanitárias. A governança e o acompanhamento público serão fundamentais para o sucesso.
O que empresários devem observar
Fique atento a editais e chamadas de projeto públicos. Busque parceria com players locais na Coreia do Sul. Avalie oportunidades em cadeias produtivas com alto potencial de demanda.
Fonte: RevistaOeste.com










