Joias: imagens mostram um homem dentro da joalheria por cerca de 12 horas antes de sair com peças avaliadas em mais de R$500 mil. Como foi possível a falha na segurança e por que a Justiça decidiu soltá‑lo na audiência?
Como o crime ocorreu, falhas na segurança e a decisão da audiência de custódia
Joias foram retiradas de uma joalheria dentro do shopping sem alarde. Imagens mostram um homem no interior por cerca de 12 horas. Ele deixou o local carregando peças avaliadas em mais de R$500 mil.
Como o crime ocorreu
As câmeras gravaram a movimentação dentro da loja durante horas. O suspeito permaneceu em áreas de exposição e nos fundos da loja. Em seguida, ele saiu sem causar confronto com funcionários. A ação só foi notada quando as peças já tinham sumido.
Falhas na segurança
Vários pontos tornam a investigação mais clara. Câmeras podem ter pontos cegos ou baixa resolução. Alarmes podem não ter sido acionados ou foram desativados. Equipes de segurança podem não ter feito rondas regulares à noite. A falta de checagem física facilita furtos prolongados.
- Pontos cegos: áreas sem cobertura constante pelas câmeras.
- Monitoramento: imagens podem não ter sido vistas em tempo real.
- Procedimentos: ausência de vistoria noturna e registro de acesso.
A decisão na audiência de custódia
A audiência verifica se a prisão foi legal e se houve excesso. O juiz analisa provas, imagens e depoimentos do flagrante. Ele pode decidir manter a prisão ou liberar o suspeito. Em alguns casos, são aplicadas medidas cautelares, como recolhimento noturno ou proibição de sair da cidade.
Uma soltura nem sempre significa fim do processo penal. A investigação pode continuar com perícia e diligências. A polícia pode reunir mais provas e pedir nova prisão. A Justiça decide conforme a gravidade e o risco de fuga.
Fonte: RevistaOeste.com

