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Home - Minas Gerais - Enchentes em Minas: mortes sobem a 30 e 39 seguem desaparecidas

Enchentes em Minas: mortes sobem a 30 e 39 seguem desaparecidas

By andrade24 de fevereiro de 202613 Mins Read
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Enchentes em Minas: mortes sobem a 30 e 39 seguem desaparecidas
Fonte: RevistaOeste.com
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enchentes em Minas Gerais deixaram dezenas de vítimas e muita destruição — 30 mortos e 39 desaparecidos, segundo o Corpo de Bombeiros. Como isso afeta moradores, prefeituras e recursos públicos? Acompanhe o panorama, as ações em curso e o que vem pela frente.

Balanço oficial: 30 mortos e 39 desaparecidos

enchentes em Minas Gerais deixaram 30 mortos e 39 desaparecidos, segundo o Corpo de Bombeiros. Os números podem mudar conforme as buscas seguem e novas ocorrências aparecem.

Fontes e atualização dos dados

O balanço reúne informações do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. Também entram dados das prefeituras locais e das equipes de resgate. As autoridades atualizam os números sempre que há novas confirmações.

Cidades mais atingidas

Cidades como Juiz de Fora e Ubá foram muito afetadas pela cheia. Vias ficaram alagadas, casas foram derrubadas e bairros isolados. Moradores relatam perdas de bens e muita insegurança.

Desaparecidos e buscas

As buscas focam em áreas de deslizamento e trechos alagados. Equipes usam embarcações e métodos pé no chão. Familiares informam pontos prováveis e ajudam a orientar as buscas.

Pessoas desabrigadas e abrigos

Muitas famílias precisaram deixar suas casas e buscar abrigo. Abrigos municipais receberam idosos, crianças e famílias inteiras. Prefeituras trabalham para levar água, alimentos e colchões.

Impacto nas infraestruturas

Estradas e pontes ficaram danificadas em vários trechos. Isso atrasa o socorro e dificulta a chegada de mantimentos. A avaliação de risco estrutural já começou em áreas críticas.

Medidas emergenciais

O governo estadual anunciou antecipação de verbas para municípios. Isso dá recursos rápidos para socorro e limpeza. Também foi solicitado apoio técnico para avaliar imóveis e obras.

Orientações à população

As autoridades pedem que todos evitem áreas alagadas e encostas instáveis. Em caso de risco, desligue energia e procure abrigo seguro. Se vir alguém em perigo, ligue para os números oficiais de emergência.

O balanço oficial mostra a dimensão da tragédia e a urgência das ações. As equipes seguem trabalhando dia e noite em buscas e apoio às vítimas.

Cidades afetadas: Juiz de Fora e Ubá

Juiz de Fora e Ubá estão entre as cidades mais atingidas pelas enchentes em Minas Gerais.

Juiz de Fora

O rio que corta a cidade transbordou após chuvas intensas durante a madrugada. Bairros baixos ficaram alagados e várias ruas foram interditadas. Casas próximas ao leito do rio sofreram inundações e quedas de muro. Equipes de resgate atuaram em pontos com pessoas ilhadas e em risco. Abrigos municipais receberam famílias e oferecem alimentação e colchões. Serviços de água e energia tiveram cortes em trechos afetados.

Ubá

Em Ubá, a cheia foi rápida e pegou moradores de surpresa. Áreas centrais e bairros periféricos tiveram inundações severas. Muitas casas tiveram perda de móveis e eletrodomésticos por água e lama. Pontes e viadutos ficaram danificados, complicando o acesso a socorro. Os bombeiros concentraram buscas em locais com deslizamento de encostas. A prefeitura montou pontos de apoio para atendimento emergencial.

Infraestrutura e circulação

Trechos de rodovia foram bloqueados por lama e detritos trazidos pela água. Ônibus e veículos leves não conseguem passar por áreas alagadas. Postos de saúde buscam alternativas para atender quem precisa. O tráfego segue prejudicado enquanto equipes limpam vias e avaliam riscos. A prioridade é liberar rotas seguras para socorro e abastecimento.

Serviços públicos afetados

Fornecimento de energia pode ficar instável em bairros atingidos pela enchente. Abastecimento de água sofre contaminação e exige cuidados imediatos. Coleta de lixo e transporte público foram suspensos temporariamente. A retomada depende da avaliação das redes e da limpeza urbana. Autoridades pedem atenção ao usar água sem tratamento.

Apelo às pessoas

Moradores devem evitar áreas alagadas e seguir orientações oficiais. Quem perdeu a casa deve procurar abrigo municipal para receber atendimento. Não tente atravessar pontos alagados a pé ou de carro. Em caso de emergência, ligue para os números de resgate indicados pelas prefeituras. Voluntários e doações têm sido organizados por redes locais.

Ações dos Bombeiros: número de resgates e evacuações

Corpo de Bombeiros intensificou operações de resgate desde o início das enchentes na região.

Operações de resgate

Equipes atuam com embarcações, mergulhadores e salvamento terrestre em áreas isoladas e inundadas.

Helicópteros dão apoio nas buscas e transportam vítimas em estado grave rapidamente.

Evacuações e abrigos

Foram feitas evacuações preventivas em bairros de risco e encostas instáveis urgentemente.

Abrigos municipais receberam famílias, com apoio das prefeituras e voluntários locais imediatos.

Coordenação entre órgãos

As ações são coordenadas com a Defesa Civil e prefeituras locais desde cedo.

Forças estaduais e federais podem ser acionadas em caso de necessidade urgente.

Prioridades de atendimento

O foco é salvar vidas, priorizando crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

Também há apoio a hospitais e remoção de feridos para centros médicos próximos.

Desafios nas operações

A lama e os detritos dificultam o acesso às áreas mais críticas agora.

Estradas cortadas e pontes danificadas atrapalham a chegada de reforços e suprimentos.

Como a população pode ajudar

Siga as orientações oficiais e evite áreas alagadas e de risco imediatamente.

Doe agasalhos, mantimentos não perecíveis e itens de higiene nos pontos oficiais.

Voluntários devem se registrar antes de atuar, para não prejudicar as equipes.

Pessoas desabrigadas e decreto de calamidade

Pessoas desabrigadas deixaram suas casas por risco de enchente e deslizamento. Muitas buscaram abrigos públicos e pontos de apoio locais.

Abrigos e estrutura

Ginásios, escolas e centros comunitários viraram abrigos temporários para famílias inteiras. Esses locais recebem colchões, água potável e refeições gratuitas para quem precisa.

Equipes de saúde atendem casos urgentes e fazem triagem básica no local. Há suporte psicológico inicial para adultos e crianças afetadas pela tragédia.

Cadastro e identificação

Prefeituras orientam a fazer cadastro para receber auxílio e informações oficiais. O cadastro facilita a distribuição de mantimentos e o encaminhamento para programas sociais.

Decreto de calamidade

O governo municipal declarou estado de calamidade por conta das enchentes. O decreto permite uso rápido de recursos para socorro e limpeza urbana.

Esse instrumento também autoriza compras emergenciais sem o processo normal de compra. Isso evita atrasos e agiliza o envio de insumos e serviços.

Apoio financeiro e logística

Com o decreto, verbas estaduais podem chegar mais rápido aos municípios afetados. Prefeituras usam esses recursos para abrigos, limpeza e recuperação básica de vias.

Regras de convivência nos abrigos

Respeite horários de atendimento e medidas de higiene definidas pelas equipes locais. Mantenha os documentos e itens de identificação sempre à mão.

Cuidados de saúde e segurança

Evite consumir água sem tratamento e procure orientação antes de usar alimentos. Vacinas e atendimento médico estão disponíveis para casos prioritários.

Como ajudar

Doações de roupas, alimentos não perecíveis e produtos de higiene são bem-vindas nos pontos oficiais. Voluntários devem procurar a coordenação local antes de atuar.

Animais de estimação

Leve seus animais aos abrigos que aceitam pets ou busque pontos específicos de acolhimento. É importante manter água e ração disponíveis para os animais.

As ações para abrigados e o decreto de calamidade mostram a mobilização das autoridades. A prioridade agora é garantir abrigo, saúde e segurança para todos.

Medidas do governo estadual: antecipação de verbas municipais

Antecipação de verbas municipais foi anunciado pelo governo estadual para enfrentar as enchentes.

Liberação rápida de recursos

Recursos foram liberados com processos mais rápidos e menos burocracia.

O objetivo é colocar dinheiro e suprimentos nas cidades afetadas logo.

Compras emergenciais

Compras emergenciais permitem contratar serviços sem licitação em casos urgentes.

Isso acelera a compra de colchões, alimentos e limpeza das vias.

Uso prioritário dos recursos

Verbas são direcionadas para abrigos, saúde e obras emergenciais agora.

Também há recursos para recuperação de pontes e estradas danificadas.

Assistência técnica

Equipes técnicas avaliam imóveis, vias e risco de deslizamentos localmente.

O Crea e órgãos estaduais dão pareceres para obras de emergência.

Coordenação com prefeituras

Prefeituras fazem pedidos formais e recebem repasses para ações locais.

O diálogo busca priorizar bairros mais atingidos e famílias vulneráveis.

Transparência e fiscalização

Estados e municípios devem prestar contas sobre aplicação das verbas.

Relatórios simplificados ajudam a população a acompanhar gastos e ações.

Como a ajuda chega rápido

Carros e caminhões levam doações e materiais aos pontos de maior necessidade.

Equipes montam centros de distribuição em ginásios e escolas públicas.

Envio do Crea para avaliar riscos estruturais

Crea enviou equipes técnicas para avaliar riscos estruturais nas áreas atingidas pelas enchentes.

O que será avaliado

As vistorias verificam fundações, paredes, pilares e possíveis deslizamentos de terra próximos.

Também checam redes de água, galerias e infraestrutura de pontes e estradas locais.

Métodos de inspeção

Os técnicos fazem inspeção visual e medições simples no local, com equipamentos portáteis.

Quando necessário, usam instrumentos para medir trincas e deslocamentos na estrutura afetada.

Áreas prioritárias

Escolas, hospitais e prédios com muitas pessoas recebem atenção imediata e prioridade nas vistorias.

Bairros em encostas e próximas a rios também têm fiscalização urgente pelos engenheiros.

Possíveis recomendações

O Crea pode sugerir interdição parcial ou total de construções com risco evidente.

Outra recomendação comum é reforço emergencial antes da reconstrução definitiva do imóvel.

Laudos e documentos

Os laudos técnicos descrevem os danos e dão orientações claras sobre segurança imediata.

Prefeituras usam esses relatórios para autorizar obras ou liberar ajuda emergencial às famílias.

Orientações para moradores

Evite voltar a casas com sinais de empenamento, rachaduras ou paredes com infiltração.

Procure o abrigo municipal e leve documentos para facilitar o cadastro de auxílio.

Coordenação entre órgãos

O Crea trabalha junto com Defesa Civil e prefeituras para orientar as ações locais.

Essa colaboração agiliza avaliações e garante escolhas mais seguras para a população atingida.

Apelo do governador Romeu Zema e orientações à população

O governador Romeu Zema pediu calma e cooperação após as enchentes.

Ele solicitou apoio às equipes de resgate e às prefeituras locais.

Zema anunciou medidas de auxílio imediato e repasses rápidos de verbas.

Orientações à população

Siga as informações oficiais divulgadas pela Defesa Civil e prefeitura local.

Evite áreas alagadas e encostas instáveis, mesmo que pareçam seguras.

Desligue a energia em locais alagados e não toque em fios caídos.

Não consuma água sem tratamento; ferva ou use água filtrada quando possível.

Leve documentos, remédios e itens essenciais ao abrigo municipal mais próximo.

Informe desaparecidos e feridos às autoridades pelos números de emergência oficiais.

Doe roupas, cobertores e alimentos não perecíveis nos pontos indicados pela prefeitura.

Voluntários devem se cadastrar antes de atuar para não atrapalhar as equipes.

Procure apoio psicológico se sentir muita ansiedade ou trauma após a enchente.

Siga canais oficiais do governo estadual para atualizações e novas orientações.

Impactos em serviços essenciais e abrigos (idosos e asilos)

enchentes comprometeram serviços essenciais e deixaram abrigos sobrecarregados em várias cidades.

Abastecimento de água e energia

Quedas de energia e falta de água potável prejudicam atendimento básico aos abrigados.

Isso dificulta aquecimento, iluminação e conservação de medicamentos que precisam de refrigeração.

Saúde e medicamentos

Postos de saúde ficam lotados e unidades móveis tentam suprir a demanda imediata.

Idosos com doenças crônicas precisam de remédios e atenção contínua das equipes.

Abrigos e atendimento a idosos

Abrigos municipais adaptam espaços para receber idosos com necessidades especiais.

Há prioridade para pessoas com mobilidade reduzida e quadros de fragilidade clínica.

Asilos e instituições de longa permanência

Asilos podem ficar ilhados e dependem de rotas alternativas para receber socorro.

Transferência de idosos exige cadastro, ambulância e equipe médica especializada no local.

Transporte e acesso

Rodovias cortadas e pontes danificadas impedem a chegada de reforços e suprimentos.

Veículos adaptados e barcos são usados para transportar idosos até abrigos seguros.

Higiene e risco de doenças

Água contaminada aumenta risco de diarreias e infecções entre os abrigados.

Medidas simples como cloro, higiene das mãos e limpeza ajudam a reduzir riscos.

Comunicação e documentação

Manter documentos e cartões de saúde facilita o acesso a benefícios emergenciais.

Centros de atendimento fazem cadastros rápidos para organizar ajuda e transferências.

Proteção e bem-estar

Idosos precisam de roupas secas, cobertores e acompanhamento psicológico quando possível.

Voluntários treinados auxiliam na entrega de itens e no apoio humanizado diário.

Coordenação entre órgãos

Defesa Civil, Saúde e assistência social coordenam abrigos e encaminhamentos prioritários.

A colaboração agiliza atendimentos e garante foco nas pessoas mais vulneráveis.

Situação das equipes de Defesa Civil e números de salvados

Defesa Civil mobilizou equipes locais e regionais para coordenar as ações emergenciais.

Equipe e atuação

As equipes trabalham em turnos contínuos para realizar buscas e prestar atendimento.

Usam botes, caminhonetes e equipamentos de mergulho em pontos mais críticos.

Mergulhadores verificam estruturas submersas e resgatam pessoas presas pela lama.

Números de salvados

Até o momento, as equipes afirmam ter resgatado dezenas de pessoas com vida.

Os números são revisados conforme novas ocorrências chegam e confirmações aparecem.

Muitos resgates foram feitos em casas inundadas e áreas de deslizamento.

Coordenação e apoio

A Defesa Civil coordena ações com bombeiros, prefeituras e militares quando necessário.

Centros de comando reúnem dados para direcionar equipes aos locais mais críticos.

Voluntários também têm ajudado na retirada de pessoas e distribuição de mantimentos.

Desafios e necessidade

O terreno, a lama e as chuvas constantes atrasam as ações de resgate em muitos pontos.

Mais reforços são pedidos para ampliar buscas e atender vítimas isoladas rapidamente.

A população deve seguir as orientações e evitar áreas que ofereçam risco imediato.

Riscos futuros: áreas de encosta e monitoramento meteorológico

enchentes e chuvas fortes aumentam o risco em encostas e morros instáveis.

Por que encostas são perigosas

Solos encharcados perdem firmeza e ficam mais sujeitos a deslizamentos rapidamente durante chuvas fortes.

Construções em áreas íngremes amplificam o perigo se não houver drenagem adequada e segura.

Monitoramento meteorológico e alertas

O monitoramento meteorológico usa radares, pluviômetros e modelos para prever chuva intensa e risco.

Pluviômetros são aparelhos que medem a quantidade de chuva em um local específico.

Sistemas de alerta emitem mensagens por SMS, rádio e sirenes para avisar a população.

Medidas preventivas para moradores

Evite construir ou ficar perto de encostas após chuvas significativas e solo instável.

Observe sinais como rachaduras nas paredes, portas emperradas ou árvores inclinadas ao redor.

Procure abrigo em área segura e siga orientações da Defesa Civil local sem demora.

Ações de autoridades e infraestrutura

Autoridades avaliam encostas e podem ordenar retirada preventiva imediata de moradores em risco.

Investimentos em drenagem e estruturas de contenção reduzem riscos de deslizamentos no médio prazo.

Sinalização e bloqueio de vias perigosas ajudam a proteger a população imediatamente nas áreas afetadas.

Como se preparar para alertas

Monte um kit com documentos, água, medicamentos e roupas secas prontas para usar em emergência.

Defina rota de fuga e local de encontro com sua família com antecedência e clareza.

Mantenha o telefone carregado e salve números de emergência essenciais na lista de contatos.

O monitoramento constante e medidas simples aumentam a segurança nas áreas de encosta.

O que esperar: reconstrução, fiscalidade e responsabilidade pública

Reconstrução deve ser planejada em fases, com foco em segurança e moradia.

Etapas da reconstrução

Primeiro vem o socorro imediato e a remoção de escombros com urgência.

Depois, são feitas avaliações técnicas para decidir reparos e novas obras públicas.

Em seguida, vem a reconstrução de casas, escolas e serviços essenciais na cidade.

Fiscalidade e uso de recursos

Fiscalidade significa gestão do dinheiro público, impostos e repasses a municípios.

Verbas emergenciais devem cobrir abrigos, reparos e compra de materiais básicos.

Governos usam processos simplificados para acelerar compras e serviços em urgência.

Responsabilidade pública e transparência

Autoridades têm de prestar contas do uso das verbas à população local.

Relatórios públicos ajudam a acompanhar gastos, obras e prioridades definidas pelas prefeituras.

Transparência reduz desperdício e aumenta a chance de uso correto dos recursos.

Prazos e prioridades

Obras emergenciais costumam ter prazos curtos para garantir segurança imediata nas áreas.

Projetos maiores, como pontes e redes de esgoto, demandam planejamento e mais recursos.

Parcerias e apoio técnico

Universidades e órgãos técnicos podem dar suporte para projetos de engenharia rápida.

Parcerias com setor privado ajudam a acelerar entrega de materiais e serviços essenciais.

Como a população pode acompanhar

Mantenha-se informado pelos canais oficiais e registre dúvidas ou pedidos por escrito.

Participe de reuniões públicas e exija público acesso aos relatórios de gastos.

Documentação para pedidos de ajuda

Guarde comprovantes, fotos e documentos que ajudem nos pedidos de reparação.

Esses documentos agilizam o acesso a auxílio, seguro ou programas de reconstrução federal.

Prevenção e planejamento futuro

Reconstrução com gestão responsável deve incluir medidas de prevenção a novas enchentes.

Investir em drenagem, contenção e ordenamento urbano reduz risco e protege comunidades.

Fonte: RevistaOeste.com

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